Valentina, 1 ano e 6 meses

February 22, 2017

Chegamos a metade do segundo ano de vida da nossa Valentina e isso me deixou muito reflexiva. Comecei a pensar como o tempo está passando rápido depois que ela completou 1 aninho, em como ela tem evoluído e ganhado independência.

Parei pra pensar também em mim, como também evoluí juntamente com ela e como as coisas tem se tornado mais fáceis com o passar dos dias, então resolvi escrever esse texto pra deixar registrado essa etapa de nossas vidas.

É muito difícil para uma mãe com um recém nascido no colo, passando por todas as dificuldades dos primeiros meses, pensar que um dia as coisas vão ficar mais simples, que ela terá tempo pra si, que a rotina vai ficar mais divertida, que a solidão vai dar lugar a tardes de muitas brincadeiras e risadas. Mas, pra essas recém mães eu digo que tudo passa, são fases! Curte teu bebezinho tão dependente e pequenino. 

Vai chegar o dia em que você vai ganhar mais confiança, você vai até criar coragem pra deixar o bebê com alguém por algumas horas pra fazer algo que só diz respeito a você, vai chegar o dia em que você vai olhar pro espelho e reconhecer essa nova versão de você, a versão 2.0 ULTRAMÃE, e vai se apaixonar pela mulher que têm se tornado e pela maturidade adquirida.

Voltando à "aniversariante", me pego encantada por essa fase esperta em que ela se encontra, já conseguimos manter alguns diálogos e não tem um dia sequer que não sorrimos por uma nova gracinha dela. A quietude e arrumação da casa, deram lugar a bagunça, corre corre e sapequices sem fim, as coisas definitivamente mudam de lugar o tempo todo, já encontrei a escova de dentes dela dentro da panela de pressão, por exemplo.

Também já comecei a refletir que em breve ela vai deixar o adjetivo "bebê" de lado, pra dar lugar a criança que existe dentro dela, logo inicia os "terrible two" (a temida adolescência do bebê) e novos desafios serão colocados à prova. 

Na verdade, já me esqueci de muitas dificuldades que passei no começo, às vezes me forço a lembrar dos perrengues e não consigo fixar minhas memórias neles, só consigo olhar pro hoje, sendo grata por tudo que vivemos, por ter uma bebê (quase criança) tão feliz e falante e acima de tudo, grata pelo simples fato de ser mãe.

Que venham os próximos desafios, as próximas fases, pra aprendermos juntas e fortalecer a cada dia esse vínculo maravilhoso de mãe & filha!

 

 

 

 

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