Roséola, o que é isso?!

October 10, 2016

 

Existe uma série de informações que a gente só recebe quando passa a ser mãe, e essa doença se encaixa nesse perfil, nunca tinha ouvido falar até a Valentina ser acometida desse mal.

 

Num dia comum Valentina acordou da soneca da tarde com febre, mas não apenas isso, era alta. Logo me preocupei porque o pediatra já me alertou numa outra oportunidade que febre em criança vem um a três dias antes dos outros sintomas, ou seja, só saberíamos o que ela tinha depois de um dia ou mais.

A febre não cessava e logo a mediquei e continuei observando, fora isso nenhum outro sintoma.

No outro dia a noite a febre chegou a 39,7 e ficamos atordoados, febre alta em criança é assustador! Entrei em contato com o pediatra e ele me disse para medicar e se preciso dar um banho morno para baixar a temperatura.

No terceiro dia, ela acordou com algumas pintinhas, mas acreditamos se tratar de picadas de insetos. Ela continuava com uma febre que agora estava mais baixa. 

No quarto dia a febre se foi e o corpo se encheu de manchas, ficamos muito preocupados e o pediatra nos atendeu e diagnosticou: ROSÉOLA!

 

Mas o que é isso? Peguei um trecho de uma reportagem para nos familiarizarmos com a doença (via Revista Crescer):

 

O QUE É A ROSÉOLA E QUAIS SUAS CAUSAS?

A Roseola infantum – ou exantema súbito – é uma doença infecciosa viral, normalmente benigna. A causa mais frequente para seu surgimento é vírus do herpes humano tipo 6, mas outros também podem causá-la, como vírus do herpes humano tipo 7, enterovirus, coxsackie vírus A e B, adenovírus e parainfluenza tipo 1. A doença pode afetar qualquer bebê ou criança, mesmo bem nutridos e sem problemas de baixa imunidade.

 

COMO É TRANSMITIDA?

Os ciclos de transmissão da roséola não são totalmente esclarecidos. Sabe-se que ela pode ocorrer por meio do contato direto com fluidos corporais, como gotículas de saliva ou secreção, durante a fase febril da doença – quando o vírus é altamente transmissível. Esse contágio é  bastante comum entre bebês que frequentam os mesmos ambientes. O vírus também pode ser passado às crianças por um portador que não esteja com os sintomas da doença, como um adulto.

 

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

Os sintomas começam do quinto ao 15º dia após a infecção, quando a febre soberepentinamente. O quadro febril é considerado de moderado a alto (entre 38 e 42°C) e contínuo – o tempo de duração vai de três a cinco dias. Assim como surge, a temperatura alta também desaparece subitamente. Então, a doença evolui para pequenas manchas vermelhas na pele que podem durar de algumas horas a quatro dias. As áreas atingidas primeiro são costas, abdômen e peito, podendo ou não ir para o rosto, pernas e extremidades de mãos e pés. Normalmente, as lesões não causam coceira. Com menos frequência, as crianças podem apresentar dores na garganta, úlceras no palato e úvula, tosse, pequenas ínguas ao redor do pescoço, fadiga,irritabilidade, diarreia leve, perda de apetite e energia, coriza e pálpebras inchadas.

 

EM QUAL FAIXA ETÁRIA ELA É MAIS RECORRENTE?

Atinge, de forma geral, crianças entre 6 meses a 3 anos, mas principalmente entre os 6 e 15 primeiros meses de vida.

 

Parece assustador e gravíssimo, mas é comum e não há motivo para muita preocupação, em alguns dias o bebê está bem novamente. Procure sempre o pediatra quando o bebê/criança apresentar febre alta!

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